quarta-feira, 23 de março de 2011

Ontem e nada mais.

Suelen Cristina Fabris de Carvalho.
18 anos.
Solteira por livre e espontânea pressão.
Trabalho numa ONG, Fundação Força Trabalhista do Paraná.
Moro com a minha mãe, minha tia e com a Pin-Pin (minha cachorrinha).
Não me dou bem com meu pai, afinal ele me abandonou para ficar com outra mulher, sem pensar que eu não sou uma mulher, mas sim a filha dele. Pois acredito que o marido da minha mãe é uma coisa, agora meu "pai" é outra, bem diferente...
Terminei o Ensino Médio ano passado, em 2005 (que saudade).
Não passei no vestibular, fiz ENEM e consegui uma bolsa parcial pelo PROUNI, mas com toda aquela burocracia desisti. Comecei a namorar, tudo muito mágico. Hoje o "destino" nos separou. Fico triste só em lembrar.
Mas a saudade mesmo, aquela que me arrebenta por dentro é apenas de uma pessoa, a mais importante da minha vida, e não só por fazer parte da minha vida, mas por te-la feito acontecer. Afinal, ele foi a peça fundamental e de certa maneira ainda é e sempre será.
Essa pessoa nada mais é que meu querido Avô Valdir, lindo e maravilhoso.
Sabe? Ele resolveu dar uma voltinha por uns lugares distantes...mas sei que um dia iremos nos encontrar novamente, pois como chegou a hora dele me conhecer, certamente nos encontraremos de novo. A vida não acaba assim, a morte faz parte, apenas isso e nada mais.
VÔ EU TE AMO!!!

Sua e sempre neta favorita, rsrs Suelen Fabris e com MUITO orgulho de assinar FABRIS.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

As vezes...

Me sinto como uma criança segurando balões por uma cordinha.
Existem várias ações. Posso continuar segurando-os feliz e contente, posso também estourá-los com medo e ao mesmo tempo prazer. Posso soltá-los ao vento, e sentir aquela sensação de liberdade. E ficar olhando, extasiada, imaginando porventura ter coragem de largar tudo.
Ou então, posso segurar firme e me deixar levar, flutuar, voar para bem longe da terra firme. E nunca mais voltar.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

E antes ele costumava ser feliz...

Ele? Sim, ele!
O meu coração!
Antes ele era feliz...
Agora ele bate por bater, pulsa por pulsar, e nada mais.
Nem sequer uma disritmiazinha. Pois bem! fico com a do Zeca Baleiro então!
Ao som de violoncelos, minha alma voa!!
E o meu coração? ah! ele fica quieto, esperando o próximo acorde, cantarolando baixo as letras da canção.

E dissera Bukowski "Em meu coração existe um pássaro, que quer sair
mas eu sou mais esperto,
só deixo ele sair de noite, às vezes
quando todos estão dormindo
Eu falo "sei que você está aí, então não fique triste"
e a gente dorme junto desse jeito
com nosso pacto secreto e é bom o suficiente para fazer um homem chorar, mas eu não choro, você chora?!?

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Seremos uma geração de arrependidos?

Essa é a pergunta que não quer calar, afinal as “modinhas” passam, a adolescência passa e o que fica? E o depois?
Os jovens do século XXI estão resgatando culturas milenares, com desculpas esfarrapadas de que a moda dita às regras (ou não).
Com isso formam-se os grupos, ou melhor, as tribos. Quais tribos? Não, não estou falando de índios (de tribo indígena) e sim de índios urbanos, aqueles montes que vemos nas ruas, porém, cada qual com sua personalidade e atitude.
Essa é a regra TER ATITUDE!
Atitude de seguir modinhas pré-estabelecidas?
Atitude de ter mais tatuagens que o meu colega, amigo, vizinho, etc. Ou ter piercing’s em lugares mais exóticos que os demais!
Que ótima atitude, não!
E o futuro? O que nos aguarda?
Seremos uma geração de arrependidos? Sim, arrependidos pela tatuagem de estrelinha atrás da orelha, arrependidos pelo alargador 20 mm, ou pela cicatriz do surface, ou pela modification que estava na moda.
O que nós jovens seremos? Afinal somos resultado de nossas escolhas.
E quais são as nossas escolhas? Correr os riscos e assumir as conseqüências! Esse é o caminho! Pensar bem, escolher bem, saber discernir (afinal o bem e o mal, andam lado a lado) e não se arrepender, jamais!
Então espero não fazer parte dessa geração de arrependidos, muito menos de revoltados sem causa, ou com muitas causas, mas a maioria sem fundamentos!
Devemos ser a mudança que queremos ver!
Pois deveríamos ter a consciência que somos o futuro da nação, e essa nação está em momento de transição, eleição!
Seremos uma geração de arrependidos?

(FIKDIK)

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Saudade

No ônibus, escutei a conversa de um senhor, e as lágrimas escorreram em minha face, e eu de olhos fechados imaginei minha infância, minha adolescência. As palavras que ouvi naquele momento me trouxeram uma nostalgia gostosa, por relembrar um passado bom! Senti um aperto no peito, essa dor era a saudade, saudade que tenho de ti, meu avô! E aquela conversa me fez lembrar você, seu jeito, sua voz e todo o seu amor e carinho, nas ligações “sagradas” que todos os dias eu recebia!
Sim, chorei! Mas com isso pude ficar mais pertinho de ti, lembrando, chorando e sorrindo, pois com você eu vivi os melhores momentos da minha vida.
E como diria o poeta “tudo que é realmente nosso nunca se vai para sempre".